Dedos abeis
dedilhando delicadamente as teclas;
Os sinos tocam,
Os corvos grunhem.
A igreja se abre,
Negra e alva;
Transparente e visível,
A bela dama de branco.
O sorriso tão malévolo
Quanto o vento que a devorava.
De onde ela vinha?
Possivelmente de alguma cabana.
Onde ficava esta Cabana?
Em algum lugar perto do vazio;
O vazio tão sombrio quanto a dama.
A bela dama que olhava a praça.
As noites sem a luz da lua;
As mais sombrias e fúnebres.
Com neblinas densas,
Que apareciam e desapareciam.
A face medonha se formava;
Gemidos estranhos eram escutados;
As corretes a acompanhava.
A bela Dama de Branco.
A face medonha se formava;
Gemidos estranhos eram escutados;
As corretes a acompanhava.
A bela Dama de Branco.

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