O olhar gélido,
O toque quente,
dois corpos se tornando um,
suspiros e juras de amor.
É o que imaginamos para o primeiro beijo.
Eu sempre sonhava com isso,
mas hoje é esquisito,
o simples selar de lábios,
sedentos por espaço.
Acho que isso é errado,
se fosse possível
todos escutarmos o bater
de asas de uma borboleta, entenderiam
que o que realmente precisam é
de correr atrás do que querem.
Não se importe com as
consequências de um beijo
e sim com o que vem depois...

Gostei muito de seu poema! Um grande beijo!!!
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